quarta-feira, 25 de março de 2015

Língua

A mesma língua que fode
É aquela que também pode
Cantar-te nos meus versos
Entre os verbos mais complexos

Completando com o latim
Aquilo que está dentro de mim
Com algumas palavras em alemão
Eu peço teu amor, a tua mão

Que não me deixes em francês
Venha me amar no português
Daquele jeitinho bem brasileiro

Me abrace sem soltar nenhum pronome
Me chame apenas pelo meu sobrenome
E que me queiras por inteiro

21.12.2011

por: Antonio Lima Júnior

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